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A própria natureza está
em desequilíbrio, vimos vários
acidentes ecológicos provocados
por simples falha humana, além
da banalização do sexo
e do aumento dos índices de violência
urbana etc..
A deturpação de valores
humanos observados pela identificação
quase obsessiva pelo corpo perfeito,
em detrimento de nossa natureza divina.
Jovens procurando saciar seus desejos
de consumo incontroláveis, vícios
de toda ordem, intolerância, comodismo
etc...
A falta de amor, gera uma série
de valores deturpados, ocasionando uma
deformação social grave.
Outro fator seria a desagregação
familiar, onde as pessoas convivem em
um mesmo espaço, e não
se relacionam verdadeiramente, isso
reflete a perda de nossos valores reais.
Sendo assim, o caminho mais adequado
de acelerar o processo de demolição
dos sistemas sociais falidos e ultrapassados,
consiste em tornar a educação
um processo de despertar talentos e
competências pelo contato com
as diferentes formas de pensar, sentir
e aprender.
A nova educação deve liberar
as capacidades do corpo e da alma. Os
métodos educacionais tradicionais
de um modo geral não dão
ênfase nos valores seculares,
pois estavam preocupados com uma infinita
lista de conceitos e definições
estéreis - "concepção
bancária do ensino", Paulo
Freire, 1987.
A questão colocada em discussão
relata que a educação
deve ser capaz de construir valores
resgatando nossa identidade política,
cultural e histórica.
As novas condições existentes
na sociedade, exigem que escolas, professores,
alunos e pais, reformulem antigos hábitos,
utilizando a criatividade, ampliando
a consciência para encontrar as
soluções dos problemas
educacionais existentes. Hoje sabemos
que é preciso refletir sobre
os valores universais e estimular, a
auto-análise, auto-descoberta,
auto-crítica, cooperação,
honestidade, solidariedade, espírito
de pesquisa.
Cada jovem deverá ser conduzido
para responder aos estímulos
e desafios externos e internos, resgatando
a alegria de apreender, e contribuindo
assim para a formação
de homens e mulheres livres de preconceitos
e rótulos e eternos aprendizes.
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